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Frases
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As crónicas estão a meio caminho entre jornalismo e literatura, são jornalismo com saudades da literatura e literatura com remorsos de ser jornalismo.
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As palavras não só dizem como fazem o mundo, convocam o mundo.
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O que de mais importante o jornalismo tem a aprender com a literatura é, no fundo, o respeito pelas palavras.
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No jornalismo aprende-se todos os dias que nada do que escrevemos tem mais importância que outra coisa qualquer, que a eternidade não existe e que nenhuma palavra, mesmo a mais útil ou a mais bela, é suficientemente sagrada para merecer permanecer
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Eu sou, como cronista, um corredor de meio fundo, e as crónicas do JN são provas de velocidade.
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Costumo dizer que me nasci a mim mesmo no Porto
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Amamos principalmente aquilo que se nos assemelha
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Memória é tudo o que somos, memória e palavras.
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«Não abras a porta, / se for o sublime diz que não estou, / já temos palavras de mais, sentimentos demais.»
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«Ainda Não É o Princípio Nem o Fim do Mundo Calma É Apenas um Pouco Tarde»
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A minha poesia procura ser ‘um sítio onde pousar a cabeça’ (2009)
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Por onde vens passado, pelo vivido ou pelo sonhado? (2009)
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Ler é reconhecer-se (2009)
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Tive essa sorte, de trabalhar numa profissão que usa a mesma matéria-prima que a literatura, as palavras (2009)
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A principal lição que o jornalismo dá à literatura é a da humildade.
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No jornalismo aprende-se todos os dias que nada do que escrevemos tem mais importância que outra coisa qualquer, que a eternidade não existe e que nenhuma palavra, mesmo a mais útil ou a mais bela, é suficientemente sagrada para merecer permanecer.
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A minha relação com as palavras, muitas vezes, é deixá-las ir sozinhas. Porque elas acabam sempre por falar sozinhas, e têm lógicas próprias que nós não dominamos totalmente, e que têm a ver com a matéria poética. (2009)
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Eu sou mais infiel às palavras do que elas a mim
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E a poesia, pelo menos a minha, escreve-se com aquilo de que somos mais fundamente feitos e desfeitos. (reparo na lista que enumera e penso que) todos esses temas são, talvez, um só: a casa, aquilo que, noutro poema, chamo de “um sítio onde pousar a cabeça”. É talvez isso o que a minha poesia procura ser, um sítio onde pousar a cabeça.
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Às vezes digo que o jornalismo me serve para ganhar a vida e a literatura para tentar salvá-la.
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