O Prémio Camões 2011 consagra o ‘percurso coerente’ de MAP, apesar de ser “a coisa mais inesperada que eu poderia esperar” (como disse na altura). Para a atribuição da maior consagração literária em língua portuguesa, o Júri teve em consideração “a originalidade e diversidade do conjunto da obra premiada”. Fora de dúvidas: foi uma unanimidade sem equívocos.
Tornou-se no jornalista português mais premiado de sempre (como escritor e cronista)!