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Prémios

Prémio Camões 2011: unanimidade sem equívocos

O Prémio Camões 2011 consagra o ‘percurso coerente’ de MAP, apesar de ser “a coisa mais inesperada que eu poderia esperar” (como disse na altura). Para a atribuição da maior consagração literária em língua portuguesa, o Júri teve em consideração “a originalidade e diversidade do conjunto da obra premiada”. Fora de dúvidas: foi uma unanimidade sem equívocos.

Tornou-se no jornalista português mais premiado de sempre (como escritor e cronista)!

Para trás tinham ficado outros dez prémios.
  1. 1978
    Prémio de Poesia da Casa da Imprensa
    “Aquele que quer morrer”;

  2. 1987
    Prémio Gulbenkian 1986/1987 (“O Inventão”);

  3. 1988

    Menção do Júri do Prémio Europeu Pier Paolo Vergerio da Universidade de Pádua, Itália (“O Inventão”);

  4. 1988

    Prémio do Centro Português para o Teatro para a Infância e Juventude (CPTIJ) (conjunto da obra infanto-juvenil);


  5. 1993
    Prémio Nacional de Crónica Press Club/ Clube de Jornalistas;

  6. 2002
    Prémio da Crítica, da Secção Portuguesa da Associação Internacional de Críticos Literários” (“Atropelamento e fuga”);

  7. 2004

    Prémio de Crónica da Casa da Imprensa;

  8. 2004

    Prémio de Poesia Luís Miguel Nava 2003 (Os livros);


  9. 2005
    Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores/CTT (Os Livros);

  10. 2007
    Prémio Gazeta de Mérito do Clube de Jornalistas;

  11. 2011
    Prémio Camões;

  12. 2012
    Prémio Teixeira de Pascoaes.